terça-feira, 5 de junho de 2012

VI - CONHECENDO MATO GROSSO






















VI  ANO DO PROJETO CONHECENDO MATO GROSSO DA ESCOLA ESTADUAL JOAQUIM NUNES ROCHA, QUE ACONTECEU NO DIA 18-05-2012. 

PARABÉNS À TODOS OS PROFESSORES E ALUNOS QUE PARTICIPARAM DESSE PROJETO. MUITO OBRIGADA!

sexta-feira, 1 de junho de 2012

29 de Maio dia do Geógrafo


29 de Maio dia do Geógrafo 
  
Geografia

A Geografia é uma ciência apaixonante
Nos leva a conhecer e pensar o mundo
Desvendar mistérios próximos e distantes
Em questão de segundos
A Geografia percorre diferentes espaços
Analisa as diferentes sociedades
Quebra correntes, aperta laços
E questiona supostas verdades
Essa ciência que surgiu como estratégia de guerra
Hoje, supera a fase de outrora
E nos leva a refletir a ação do homem na terra
Pensando no planeta ontem, amanhã e agora
Quem penetra no espaço da Geografia
Se encanta com seus ensinamentos
Viaja por lugares que antes desconhecia
vai longe no imaginário e conhecimento.

Maria Francisca Silva de Oliveira
Caxias - MA
http://www.pucrs.br/mj/poema-diversos-

Parabéns!!!

quarta-feira, 16 de maio de 2012

ANIVERSÁRIO DE MATO GROSSO

  O Estado de Mato Grosso completou 264 anos no dia 9 de Maio de 2012, quando em 1748 foi desmembrado da capitania de São Paulo. 

POR DO SOL DE UMA SAUDADE
 
EU TENHO O PÔR-DO-SOL DE UMA SAUDADE,
QUE DE TANTO RASGAR O HORIZONTE,
DESCANSOU EM MEU PEITO UMA VONTADE,
ONDE A ALMA PANTANEIRA FEZ A PONTE,
.
EU SOU AS TUCANDIRAS DAS ESTRADAS,
E DELAS O CAMINHO À SUA BEIRA,
A REVOLVER EM MARCHAS ARRAIGADAS,
AS TERRAS DE FAZENDAS SEM FRONTEIRA,
.
SER NOS MARES DAS GARÇAS ESGARÇADAS,
O VÔO SOBRE O OLHAR DOS JACARÉS,
DOS ARES, COMITIVAS DELICADAS,
A REVOAR POR SOBRE IGARAPÉS,
.
SOU MATAS QUE NUM TEMPO SE ARREBANHA,
AS ÁGUAS QUE AS INUNDAM SUAS MARGENS,
NATUREZA E FARTURA NOS ASSANHA,
O RENASCER ETERNO DAS PASTAGENS,
.
QUERO-QUERO, SOCÓ E O BEM-TE-VI,
TRINCA-FERRO, PETRIM E PAJEÚ,
TICO-TICO, O ANU E O SIRIRI,
E VOAR COM O VELHO TUIUIÚ,
.
ÀS MARGENS DO FECUNDO PANTANAL,
NAS PARAGENS DO CÉU, JIBÓIA AO SOL,
ESCUTANDO AS RAÍZES EM SARAU,
ENTOANDO POEMAS NO ARREBOL,
.
ALIMENTAR DA AZUL SABEDORIA,
E QUAL O PACIENTE PESCADOR,
VIR RECEBER DAS ÁGUAS HONRARIA,
QUE VERTE A TUA FOME PECADOR,
.
ENTÃO QUANDO ENCONTRAR-ME COM AS LUAS,
EU DORMIREI AO FOGO DAS ESTRELAS,
SONHAREI COM ANTIGAS LENDAS NUAS,
QUE PRETENDEU CONTÁ-LAS AO FAZÊ-LAS,
.
E ME LEVANTAREI COM A ALVORADA,
PARA NADAR AO LADO DE UM JAÚ,
E DESCANSAR EM VÔO À PASSARADA,
PARA TORNAR-ME À TARDE NUM PACÚ.
SADY FOLCH

PARABÉNS MATO GROSSO!

quinta-feira, 19 de abril de 2012

POEMA: Dia do Índio

Poema dos Inocentes Tamoios



Andávamos bem correndo
por nossas matas...
Ficávamos bem pescando
em nossas águas ...
Flechávamos bem de longe
a nossa caça...
Corriam bem pelas ondas
nossas igaras...
Furávamos bem por gosto
a nossa cara...
Com a pele preta e vermelha
mui bem pintada ...
Fazíamos bem de penas
roupas de gala ...
Soavam bem pelos ares
nossos maracás...
Bebíamos bem do vinho
que fermentava ...
Dormíamos bem nas redes
das nossas tabas ...
Bem tratávamos o amigo
que nos buscava ...
Mas os nossos inimigos
que bem matávamos!
Canoas altas e enormes
aqui pararam.
Homens como nunca vimos
nos acenaram.
Traziam roupas bonitas
em muitas caixas ...
Davam-nos pentes e espelhos
que rebrilhavam :
pediam-nos pau vermelho
que lhes cortávamos.
Traziam gorros, tesouras,
panos e facas:
Pediam peixes e frutas,
saguis e araras.
Já estávamos mal dormindo
em nossas tabas:
partiam os estrangeiros,
outros voltavam.
Andávamos mal correndo
em nossas matas:
longe, as canoas nas águas
logo estrondavam.
As moças dentro das ondas mal se
banhavam;
borboletas, passarinhos
já se assustavam.
Pelas brenhas e lagoas
fugia a caça.
Mal corriam nossas flechas,
lentas e fracas,
pois vimos flechas de fogo
muito mais bravas,
com os novos homens que vieram
e nos contaram
histórias de sua terra,
extraordinárias,
e à nossa terra subiram
e andar-andaram.
Nossos bens e nossas vidas
se misturaram;
e, dentro das nossas mortes,
o sangue e as raças,
como a água doce dos rios
e a água salgada ...
Ai, meus avós, que este mundo
é coisa rara:
tudo começa de novo
quando se acaba !

Cecília Meireles (1901-1964)

sexta-feira, 23 de março de 2012

POESIA: Água

Da nuvem até o chão 
Do chão até o bueiro
Do bueiro até o cano
Do cano até o rio
Do rio até a cachoeira
Da cachoeira até a represa
Da represa até a caixa d´água
Da caixa d´água até a torneira
Da torneira até o filtro
Do filtro até o copo
Do copo até a boca
Da boca até a bexiga
Da bexiga até a privada
Da privada até o cano
Do cano até o rio
Do rio até outro rio
Do outro rio até o mar
Do mar até outra nuvem

               Arnaldo Antunes

 REFLITA???

Qual a diferença entre lago, lagoa, laguna, barragem, açude ou represa?

O que é um lago ?  Lagos   são águas continentais, geralmente tranquilas, que se encontram armazenadas em depressões cercadas por terras. El...