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segunda-feira, 5 de setembro de 2016
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
sexta-feira, 27 de maio de 2016
domingo, 3 de abril de 2016
Símbolos Nacionais do Brasil
A Bandeira Nacional, o Hino Nacional, as Armas Nacionais e o Selo Nacional
Introdução
Os Símbolos Nacionais do Brasil foram definidos na Lei 5.700 de 1º de
setembro de 1971. Além de estabelecer quais são os símbolos, esta lei também
fez determinações sobre como devem ser usados, padrões e formatos,
significados, etc. Estes símbolos são de extrema importância para nossa nação,
pois representam o Brasil dentro e fora do território nacional. Logo, devem ser
respeitados por todos os cidadãos brasileiros. Os Símbolos Nacionais são usados
em cerimônias, documentos oficiais, eventos e localidades oficiais.
SÍMBOLOS NACIONAIS BRASILEIROS
BANDEIRA NACIONAL: Esfera azul, representando nosso
céu estrelado, ao centro com a frase "Ordem e Progresso". São 27
estrelas, representando os 26 estados e o Distrito Federal. Losango Amarelo ao
centro representando o ouro. Retângulo verde, representando nossas matas e
florestas.
ARMAS NACIONAIS : no centro há um escudo circular
sobre uma estrela verde e amarela de cinco pontas. O cruzeiro do sul está ao
centro, sobre uma espada. Um ramo de café está na parte direita e um de fumo a
esquerda. Uma faixa sobre a parte do punho da espada apresenta a inscrição
"República Federativa do Brasil". Numa outra faixa, abaixo,
apresenta-se "15 de novembro" (direita) e "de 1889"
(esquerda)
SELO NACIONAL : usado para autenticar documentos
oficiais e atos do governo. Usado também para autenticar diplomas e
certificados emitidos por unidades de ensino reconhecidas. É representado por
uma esfera com as estrelas (semelhante a da bandeira brasileira), apresentando
a inscrição República Federativa do Brasil.
HINO NACIONAL : tocado em solenidades e eventos oficiais do governo, eventos esportivos e culturais e nas escolas, junto com o hasteamento da Bandeira Nacional.
- Em 18 de setembro comemora-se o
Dia dos Símbolos Nacionais.
quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Hino à Negritude
Eduardo Oliveira
Sob o céu cor de anil das Américas
Hoje se ergue um soberbo perfil
É uma imagem de luz
Que em verdade traduz
A história do negro no Brasil
Este povo em passadas intrépidas
Entre os povos valentes se impôs
Com a fúria dos leões
Rebentando grilhões
Aos tiranos se contrapôs
Ergue a tocha no alto da glória
Quem, herói, nos combates, se fez
Pois que as páginas da História
São galardões aos negros de altivez
Levantado no topo dos séculos
Mil batalhas viris sustentou
Este povo imortal
Que não encontra rival
Na trilha que o amor lhe destinou
Belo e forte na tez cor de ébano
Só lutando se sente feliz
Brasileiro de escol
Luta de sol a sol
Para o bem de nosso país
Ergue a tocha no alto da glória
Quem, herói, nos combates, se fez
Pois que as páginas da História
São galardões aos negros de altivez
Dos Palmares os feitos históricos
São exemplos da eterna lição
Que no solo Tupi
Nos legara Zumbi
Sonhando com a libertação
Sendo filho também da Mãe-África
Arunda dos deuses da paz
No Brasil, este Axé
Que nos mantém de pé
Vem da força dos Orixás
Ergue a tocha no alto da glória
Quem, herói, nos combates, se fez
Pois que as páginas da História
São galardões aos negros de altivez
Que saibamos guardar estes símbolos
De um passado de heróico labor
Todos numa só voz
Bradam nossos avós
Viver é lutar com destemor
Para frente marchemos impávidos
Que a vitória nos há de sorrir
Cidadãs, cidadãos
Somos todos irmãos
Conquistando o melhor por vir
Ergue a tocha no alto da glória
Quem, herói, nos combates, se fez
Pois que as páginas da História
São galardões aos negros de altivez
(bis)
OBS: TENHA ACESSO AO VÍDEO
Bandeira Nacional
CONHEÇA MAIS SOBRE A BANDEIRA NACIONAL...
http://www.brasilescola.com/brasil/bandeiradobrasil.htm
A
letra do Hino à Bandeira foi escrito por
Olavo Bilac e a música
composta por Franciso Braga. Ele foi apresentando pela primeira vez em 9 de
novembro de 1906.
HINO À BANDEIRA
Salve lindo pendão da esperança!
Salve símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.
Salve símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz.
Recebe o afeto que se encerra
em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever,
E o Brasil por seus filhos amados,
poderoso e feliz há de ser!
Compreendemos o nosso dever,
E o Brasil por seus filhos amados,
poderoso e feliz há de ser!
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre sagrada bandeira
Pavilhão da justiça e do amor!
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre sagrada bandeira
Pavilhão da justiça e do amor!
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Hino da Proclamação da República
A letra do Hino da Proclamação
da República foi escrito por Medeiros de Albuquerque e a música composta
por Leopoldo Migues.
Seja um pálio de luz desdobrado,
Sob a larga amplidão destes céus.
Este canto rebel, que o passado
Vem remir dos mais torpes labéus!
Seja um hino de glória que fale
De esperanças de um novo porvir!
Com visões de triunfos embale
Quem por ele lutando surgir!
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós,
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz
Nós nem cremos que escravos outrora
Tenha havido em tão nobre País...
Hoje o rubro lampejo da aurora
Acha irmãos, não tiranos hostis.
Somos todos iguais! Ao futuro
Saberemos, unidos, levar
Nosso augusto estandarte que, puro,
Brilha, ovante, da Pátria no altar !
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós,
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz
Se é mister que de peitos valentes
Haja sangue em nosso pendão,
Sangue vivo do herói Tiradentes
Batizou neste audaz pavilhão!
Mensageiro de paz, paz queremos,
É de amor nossa força e poder,
Mas da guerra, nos transes supremos
Heis de ver-nos lutar e vencer!
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós,
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz
Do Ipiranga é preciso que o brado
Seja um grito soberbo de fé!
O Brasil já surgiu libertado,
Sobre as púrpuras régias de pé.
Eia, pois, brasileiros avante!
Verdes louros colhamos louçãos!
Seja o nosso País triunfante,
Livre terra de livres irmãos!
Liberdade! Liberdade!
Abre as asas sobre nós!
Das lutas na tempestade
Dá que ouçamos tua voz!
quinta-feira, 8 de setembro de 2011
Hino da Independência
O Hino da Independência do Brasil foi criado logo após o 7 de setembro.
A letra do hino é de Evaristo da Veiga e a música de D. Pedro I.
HINO DA INDEPENDÊNCIA
Já podeis, da Pátria filhos,
Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil...
Houve mão mais poderosa:
Zombou deles o Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil;
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Parabéns, ó brasileiro,
Já, com garbo varonil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Já podeis, da Pátria filhos,
Ver contente a mãe gentil;
Já raiou a liberdade
No horizonte do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Os grilhões que nos forjava
Da perfídia astuto ardil...
Houve mão mais poderosa:
Zombou deles o Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Não temais ímpias falanges,
Que apresentam face hostil;
Vossos peitos, vossos braços
São muralhas do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
Parabéns, ó brasileiro,
Já, com garbo varonil,
Do universo entre as nações
Resplandece a do Brasil.
Brava gente brasileira!
Longe vá... temor servil:
Ou ficar a pátria livre
Ou morrer pelo Brasil.
domingo, 3 de julho de 2011
Hino de Mato Grosso
HINO DE MATO GROSSO
Letra: Dom Aquino Corrêa
Música: Emílio Heine
Limitando, qual novo colosso,
O ocidente do imenso Brasil,
Eis aqui, sempre em flor Mato Grosso,
Nosso berço glorioso e gentil!
Eis a terra das minas faiscantes,
Eldorado como outros não há
Que o valor de imortais bandeirantes
Conquistou ao feroz Paiaguás!
Salve, terra de amor, terra do ouro,
Que sonhara Moreira Cabral!
Chova o céu dos seus dons o tesouro
Sobre ti, bela terra natal!
Terra noiva do Sol! Linda terra!
A quem lá, do teu céu todo azul,
Beija, ardente, o astro louro, na serra
E abençoa o Cruzeiro do Sul!
No teu verde planalto escampado,
E nos teus pantanais como o mar,
Vive solto aos milhões, o teu gado,
Em mimosas pastagens sem par!
Hévea fina, erva-mate preciosa,
Palmas mil são teus ricos florões,
E da fauna e da flora o índio goza,
A opulência em teus virgens sertões.
O diamante sorri nas grupiaras
Dos teus rios que jorram, a flux,
A hulha branca das águas tão claras,
Em cascatas de força e de luz.
Dos teus bravos a glória se expande
De Dourados até Corumbá,
O ouro deu-te renome tão grande
Porém mais, nosso amor te dará!
Ouve, pois, nossas juras solenes
De fazermos em paz e união,
Teu progresso imortal como a fênix
Que ainda timbra o teu nobre brasão.
INTERPRETANDO O HINO DE MATO GROSSO
Limitando, qual novo colosso...(gigante, enorme) Hino Nacional “Impávido Colosso”
Eldorado como outros não há...(mito da cidade de ouro)
Conquistou ao feroz Paiaguás!... (etnia indígena conquistada)
Que sonhara Moreira Cabral!... (um dos “descobridores”)
E abençoa o Cruzeiro do Sul!...(estrelas do céu/referencial de localização) Hino Nacional “A imagem do Cruzeiro resplandece”)
Palmas mil são teus ricos florões, (flora gigante) Hino Nacional “...florão da América”
E da fauna e da flora o índio goza, (aproveita)
O diamante sorri nas grupiaras (esconderijo)
Dos teus rios que jorram, a flux, (fluxo de água)
A hulha branca das águas tão claras, (fonte)
De Dourados até Corumbá, (cidades referenciais antes da divisão de 1977)
Teu progresso imortal como a fênix...(mito de fênix que nunca morre e renasce das cinzas)
Que ainda timbra o teu nobre brasão...(timbrar: flamular, bandeirar/Brasão: símbolo do Estado).
terça-feira, 7 de junho de 2011
Símbolos de Rondonópolis
Hino de Rondonópolis
O hino do município foi criado com o decreto n0 3.764 de 09 de dezembro de 2003.
A música é de Aires José Pereira e Elias da Silva, poema de Aires José Pereira, Elias da Silva e Sebastião Assis de Carvalho.
Hino de Rondonópolis
Quão rebento brostastes radiantes, como estrela de raro fulgor
Tão sonhada na força que emana, fruto terno de nosso suor
Neste solo de seiva gigante, esta linda cidade floriu.
Dando brilho as cores que marcam, a bandeira do amado Brasil.
Rondonópolis, Rondonópolis
Surgiste oh... brasão imponente
Praza Deus que em ti paire a graça
Que envolve de amor tua gente
Nas belezas das matas e montes, nas entranhas de vales e rios
Na nobreza do denso cerrado, foi assim que este sonho seguiu
Brasileiros de plagas distantes, cá vieram trazer seu labor
E na luta perene e vibrante, construímos solene penhor
Rondonópolis, Rondonópolis
Surgiste oh... brasão imponente
Praza Deus que em ti paire a graça
Que envolve de amor tua gente
Rio Vermelho e majestoso, lenda viva que a todos encanta
Onde a balsa Rosa Bororo, navegou transportando esperança
Foi sustento do índio que viu, tudo isso gestar e nascer
E o presente nos passa o comando, pra fazer essa terra crescer
Rondonópolis, Rondonópolis
Surgiste oh... brasão imponente
Praza Deus que em ti paire a graça
Que envolve de amor tua gente
Todos que procederam essa história, salve, salve a nobre missão
Pois sabiam que a nossa vitória, era certa na força do chão
E cantamos tuas maravilhas, em memória do Marechal
Novos passos teu povo palmilha, pelas trilhas do seu ideal.
Rondonópolis, Rondonópolis
Surgiste oh... brasão imponente
Praza Deus que em ti paire a graça
Que envolve de amor tua gente
terça-feira, 31 de maio de 2011
EXPLICAÇÕES SOBRE A LETRA DO HINO NACIONAL
HINO NACIONAL
Letra: Joaquim Osório Duque Estrada
Música: Francisco Manuel da Silva
Letra: Joaquim Osório Duque Estrada
Música: Francisco Manuel da Silva
domingo, 24 de abril de 2011
SÍMBOLOS DE MATO GROSSO
Em Mato Grosso o primeiro símbolo oficial a ser criado foi a Bandeira, através do Decreto n° 2, de 31 de janeiro de 1890, no governo do Brigadeiro Antônio Maria Coelho, 1° Governador do nosso Estado na fase Republicana. O Brasão foi o segundo símbolo a ser criado já em 1918, pela Resolução n° 799 de 14 de agosto. O Hino do Estado de Mato Grosso, por sua vez, somente foi oficializado no ano de 1983, no governo Júlio José de Campos, apesar de já ser executado em solenidades oficial do Estado desde 1919.
Desta feita, os símbolos oficiais do Estado, na ordem de sua oficialização, são três: A BANDEIRA; O BRASÃO DE ARMAS e O HINO.
http://www.al.mt.gov.br

HINO DE MATO GROSSO
Letra: Dom Aquino Corrêa
Música: Emílio Heine
Limitando, qual novo colosso,
O ocidente do imenso Brasil,
Eis aqui, sempre em flor Mato Grosso,
Nosso berço glorioso e gentil!
Eis a terra das minas faiscantes,
Eldorado como outros não há
Que o valor de imortais bandeirantes
Conquistou ao feroz Paiaguás!
Salve, terra de amor, terra do ouro,
Que sonhara Moreira Cabral!
Chova o céu dos seus dons o tesouro
Sobre ti, bela terra natal!
Terra noiva do Sol! Linda terra!
A quem lá, do teu céu todo azul,
Beija, ardente, o astro louro, na serra
E abençoa o Cruzeiro do Sul!
No teu verde planalto escampado,
E nos teus pantanais como o mar,
Vive solto aos milhões, o teu gado,
Em mimosas pastagens sem par!
Hévea fina, erva-mate preciosa,
Palmas mil são teus ricos florões,
E da fauna e da flora o índio goza,
A opulência em teus virgens sertões.
O diamante sorri nas grupiaras
Dos teus rios que jorram, a flux,
A hulha branca das águas tão claras,
Em cascatas de força e de luz.
Dos teus bravos a glória se expande
De Dourados até Corumbá,
O ouro deu-te renome tão grande
Porém mais, nosso amor te dará!
Ouve, pois, nossas juras solenes
De fazermos em paz e união,
Teu progresso imortal como a fênix
Que ainda timbra o teu nobre brasão.
quinta-feira, 17 de março de 2011
HINO DE RONDONÓPOLIS
Quão rebento brotastes radiantes, como estrela de raro fulgor
Tão sonhada na força que emana, fruto terno de nosso suor
Neste solo de seiva gigante, esta linda cidade floriu
Dando brilho as cores que marcam, a bandeira do amado Brasil.
Tão sonhada na força que emana, fruto terno de nosso suor
Neste solo de seiva gigante, esta linda cidade floriu
Dando brilho as cores que marcam, a bandeira do amado Brasil.
Rondonópolis, Rondonópolis
Surgiste oh... brasão imponente
Praza Deus que em ti paire a graça
Que envolve de amor tua gente
Surgiste oh... brasão imponente
Praza Deus que em ti paire a graça
Que envolve de amor tua gente
Nas belezas das matas e montes, nas entranhas de vales e rios
Na nobreza do denso cerrado, foi assim que este sonho seguiu
Brasileiros de plagas distantes, cá vieram trazer seu labor
E na luta perene e vibrante, construímos solene penhor
Na nobreza do denso cerrado, foi assim que este sonho seguiu
Brasileiros de plagas distantes, cá vieram trazer seu labor
E na luta perene e vibrante, construímos solene penhor
Rondonópolis, Rondonópolis
Surgiste oh... brasão imponente
Praza Deus que em ti paire a graça
Que envolve de amor tua gente
Surgiste oh... brasão imponente
Praza Deus que em ti paire a graça
Que envolve de amor tua gente
Rio vermelho e majestoso, lenda viva que a todos encanta
Onde a balsa Rosa Bororo, navegou transportando esperança
Foi sustento do índio que viu, tudo isso gestar e nascer
E o presente nos passa o comando, pra fazer essa terra crescer
Onde a balsa Rosa Bororo, navegou transportando esperança
Foi sustento do índio que viu, tudo isso gestar e nascer
E o presente nos passa o comando, pra fazer essa terra crescer
Refrão
Todos que precederam essa história, salve, salve a nobre missão
Pois sabiam que a nossa vitória, era certa na força do chão
E cantamos tuas maravilhas, em memória do marechal
Novos passos teu povo palmilha, pelas trilhas do seu ideal.
Pois sabiam que a nossa vitória, era certa na força do chão
E cantamos tuas maravilhas, em memória do marechal
Novos passos teu povo palmilha, pelas trilhas do seu ideal.
quarta-feira, 16 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
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